quarta-feira, agosto 12, 2009

Quando falamos de amor

Domingo foi dia do Papai. Então o que posso falar do meu...

Cresci sem ele em casa. Mas nunca deixou de ser meu "pequenogrande" Herói. O fato dele não viver sobre o mesmo teto. As lembranças são mais vivas e gostosas. Passamos muitos momentos divertidos e triste juntos.

Como posso esquecer da minha primeira cirurgia. Um pequeno acidente de bicicleta e meu cotovelo já era. Nesse dia meu pai correu tanto até o hospital que quase bateu o carro. Pelo que lembro, eu tinha apenas 7 anos.

Mas a história mais marcante foi a nossa aventura em Guapiara, interior de São Paulo. Saímos da capital ás 22:00 horas e chegamos na cidade as 2:00 da madrugada. Essa hora lá, não tem ônibus, taxi e nem uma alma viva. Resolvemos caminhar até a casa da minha Vó. Foram 10 Km de caminhada, só com a luz da lua, numa estrada de terra, sem ninguém e só fazendas. Chegamos lá 6:00 horas da manhã.

Fora as lembranças. Meu pai também e fonte inspiração. Por causa dele acabei me formando em Jornalismo, por causa dele eu Leio, por causa dele amo á natureza, por causa dele admiro a tranqüilidade, a liberdade, o auto-conhecimento a complexidade do ser-humano.

Ele pode ser desconhecido para muitos, mas no mundinho pequeno que ele existe é pra mim o meu super herói. Porque ele é a pessoa mais inteligente e cabeçuda que conheço. Mas nada é igual as nossas longas conversas. Que as vezes são tão longas que vamos de 1942 á 400 a.c. e vice-versa! =D

"Quando falamos de amor nunca dizemos de que tipo de amor estamos falando. Tem amor que cuida, tem amor que cobra, tem amor que esquece, tem amor que perdoa, tem amor que reparte, tem amor que tira, tem amor que soma, tem amor que suga, tem amor que perdoa, tem amor que castiga e até tem amor que mata.... e a lista não tem fim." Abel Aquino
Até os meus próximos passos!


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